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sábado, setembro 08, 2012

El Nacional Casa



Detalhes do projeto









O sentimento principal que a casa transmite uma sensação de desafio da gravidade e do espaço. Com suas grandes vãos de vidro que tirar proveito do relacionamento da casa com o meio ambiente, o espaço parece quase maior que a vida.
Com uma superfície de 500 m2 expansiva distribuídos em 9 salas, o piso térreo abriga o setor social da casa. Aqui você vai encontrar a sala de estar, sala de jantar, cozinha com café bar e sala de TV, bem como o churrasco ao ar livre e pátio (galeria).
Cada espaço da casa apresenta um design especial selecionados de acordo com o modo de vida de seus proprietários, e permanece fiel ao estilo racional atual que é percebido em cada canto.
No piso superior, encontrar a suíte master com um espaçoso banheiro e vestiário privado.Na outra extremidade do andar, dois conjuntos secundários se encontram ligados por um corredor de vidro que se abre para uma varanda, gerando um sentido de integração e fluxo.
Toda a casa foi projetada em perfeita harmonia, com materiais como madeira, aço e vidro encontrado por toda parte. A gravidade do estilo é quebrada pela utilização de cores claras em algumas das paredes, bem como sobre a mobília.
A união dos espaços cria uma sensação de infinitude, aproveitando ao máximo o meio ambiente. gera uma espacialidade infinita, o qual foi pensado para aproveitar o ambiente, que termina com uma envolvente desmaterializado que cobre a caixa de arquitetura.

terça-feira, setembro 04, 2012

Glazed Residential Spaces descansando em uma floresta de colunas


Salientes através de belas árvores de carvalho, uma arquitetura quase em suspensão é ligeiramente visto ocupando uma encosta em Beverly Hills, Califórnia. O Residence Oakpasspor Heusch Arquitetura foi imaginado descansando em 10 colunas muito estreitas, recolher opiniões dos arredores através de sua fachada quase totalmente envidraçada. O piso térreo erguida sob a estrutura residencial arborizada pelas colunas moldando a 12 pés sistema de suporte de alta foi projetado para ser parte garagem, jardim Zen parte. Architects encontrada uma solução inovadora para eliminar a necessidade de uma parede de retenção, tornando a casa mais interessante e no espaço circundante mais compacto e que conduz a um impacto mínimo sobre a paisagem florestal. Mesmo a piscina foi elevado acima do solo, criando uma continuação da coluna definida pelo espaço debaixo da casa. Capturado em entre duas grandes placas de concreto, espaços interiores mostrar um design confortável e parecem fundir-se com os agradecimentos ao ar livre para andar sem moldura ao teto de vidro ea continuidade de materiais de dentro para fora: " A escolha dos materiais naturais, como madeira de nogueira brasileira pisos dentro e por fora, Português calcário e mármore espanhol definir os espaços interiores. A paleta restritiva em toda a casa e os móveis projetados e armários caracterizar o ambiente minimalista . "


terça-feira, março 27, 2012

Google homenageia o arquiteto Mies van der Rohe

O Google homenageia o arquiteto Mies van der Rohe, que completaria 126 anos nesta terça-feira se estivesse vivo. Para comemorar a data o doodle de hoje forma um prédio retangular, feito de vidro e aço, onde é reproduzido o projeto Crown Hall.

Para conferir todos os doodles, clique aqui
O arquiteto nasceu na na Alemanha e foi naturalizado nos Estados Unidos. Rohe foi considerado um dos maiores arquitetos do século 20. Em 1907, o arquiteto fez a Casa Riehl, sua primeira edificação.

Nos anos seguintes, Rohe continuou elaborando projetos importantes, como o Pavilhão Alemão de Barcelona. Em 1930, Mies assumiu a direção da Bauhaus, a mais renomada escola de design, artes plásticas e arquitetura da Alemanha.

O arquiteto utilizou cimento e estruturas de aço em suas primeiras casas e galpões industriais, mas o seu ideal estético incluía também o uso de materiais nobres como mármore travertino, ônix ou aço cromado. Ele procurou estabelecer um novo estilo arquitetônico que poderia representar os tempos modernos.

Em 1938, o Rohe viajou para os Estados Unidos para dirigir o Instituto Armour, onde uma das suas principais funções era a de fazer um novo Plano Piloto para o campus do ITI, local em que estão localizados a maioria dos projetos.

segunda-feira, agosto 08, 2011

A LUZ NO FIM DO CURSO !

È, a luz no fim do curso, o ultimo trabalho que você vai fazer, com todo o conhecimento adquirido ou não, no decorrer desses 5 anos... 5 anos de faculdade, 10 semestres, pra mim foram 12 semestres !
É muito tempo.
E o quanto nos mudamos nesses 5 anos, estou muito mais maduro e responsável, a faculdade pra mim esta tão diferente, coisas que agente poderia estar fazendo dês do primeiro segundo ano, só esta acontecendo agora no meu ULTIMO ANO ! que pena... melhor assim , antes tarde do que nunca !

Bom, esses dias eu estava limpando meu quarto, que continua bagunçado mas limpo agora, e estava vendo os projetos e trabalhos que nos vamos fazendo ao decorrer do curso,
e os melhores eram os do 1ºano, onde agente ainda não tem paradigmas nem regras que fazem seguir uma "receita pronta" na arquitetura, são trabalhos com um conceito básico, e belo de tão simples, mais com um significado grandioso para mim.
Recordei trabalhos que estou reciclando também, algumas ideias que antes eram bobas, agora podem ser grandes ideias com algumas mudanças, sei que posso aplicá-las em qualquer outro trabalho agora. Ainda mais depois de um curso de PERMACULTURA E BIOCONSTRUÇÃO que eu fiz, que me abriu mais a cabeça para algo que eu já havia visto.
Dentro desses 5 anos de faculdade fiz ótimos amigos, amigos que vou levar para o resto da vida, que eu me espelhei e me fizeram crescer, sou muito grato a eles.
E o Centro Acadêmico, que foi uma conquista para nos, mesmo com o trabalho no escritorio, filha, família, TFG, lazer(cerveja) e alguns trabalhos por fora, NÓS, que eu digo todos os integrantes do centro acadêmico, conseguimos fazer muita coisa, e agora não é mais tão difícil como no começo, mais também não é para qualquer UM estar do nosso lado.
Nos do CA de arquitetura, o centro acadêmico mais antigo da faculdade, que um dia já foi DA, DIRETÓRIO ACADÊMICO, lá na época que o professor Emanuel era jovem. (risos)
Nos que somos o C.A. mais independente e ativo para o curso, dentre os CA's da faculdade.
E vamos continuar trabalhando e levantando a bandeira do MOVIMENTO ESTUDANTIL para os novos calouros de arquitetura, que um dia podem estar aqui agindo e fazendo algo para melhorar, você e o próximo.

O que fazer depois de formado ?
Essa é a questão para muitos, é o que gera um desespero no final do 8º semestre, eu já pensei varias vezes em desistir, não é fácil ser um BOM ARQUITETO ou um ARQUITETO BOM, do que se um simples graduado em arquitetura.
Eu estou em uma faze ótima, procuro não pensar nisso mais existe algo acontecendo no agora, no hoje, que me deixa feliz em pensar que isso pode se transformar em um sonho, DAR AULA,
eu não sei o porque mais estou amadurecendo essa ideia, não conheço o caminho direito mais, um mestrado, de quem sabe um doutorado, e em que ramo seguir ?
eu vou deixar uma palavra. ARQUITETURA VERNACULAR

essa foto é de hoje, dia 8 de agosto na hora do almoço,
dia do trote, noturno, passei no CA para deixar alguns materiais.


e quem leu tudo e gostou comente ai!

terça-feira, julho 19, 2011

Os Grandes Arquitetos #4 - COOP HIMMELB(L)AU

A COOP HIMMELB(L)AU é uma cooperativa que atua nas áreas da arquitetura, urbanismo, design e arte. Fundada por Wolf D. Prix, o único arquiteto ainda presente na atual formação do escritório, Helmut Swiczinsky, e Michael Holzer em Viena, na Áustria em 1968.

BMW Welt © Philip Bradford – Veja o post sobre essa obra aqui
O escritório atua com uma linha de arquitetura desconstrutivista e ganhou destaque internacional através de Peter Eisenman, Zaha Hadid, Frank Gehry e Daniel Libeskind com a exposição de 1988, “Deconstructivist Architecture” no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA). Seus trabalhos abrangem desde prédios comerciais até projetos residenciais. Possuem projetos em países como a Alemanha, Armênia, Egito, França e China. Atualmente COOP HIMMELB(L)AU emprega uma equipe de 150 pessoas de dezenove nações. O nome COOP HIMMELB(L)AU é de origem Alemã e é a junção de duas palavras. Uma Coop, que é a abreviatura para a palavra cooperativa no ramos dos negócios, que em inglês é co-op. E o termo Himmelblau, que sua tradução é “Céu Azul” ou também “Construção Celestial”.

Akron Art Museum © Bryan Chang – Veja o post sobre essa obra aqui

OS FUNDADORES

Wolf D. Prix (1942 – *)
(Co-Fundador/ Principal Designer/CEO)
Wolf D. Prix, nascido em Viena em 1942, foi co-fundador da COOP HIMMELB(L)AU e é o nome mais importante da cooperativa. Ele estudou arquitetura na Universidade de Tecnologia de Viena, na Associação de Arquitetura de Londres (Architectural Association of London), e do Instituto de Arquitetura da Califórnia do Sul (SCI-Arc), em Los Angeles. Em 1993, Wolf D. Prix foi nomeado professor de Arquitetura na Universidade de Artes Aplicadas de Viena, na Áustria. Desde 2003, ele foi chefe do Instituto de Arquitetura, o chefe do Prêmio Studio, e serve como vice-reitor da universidade.

Helmut Swiczinsky (1944-*)
(Co-fundador)
Nascido em Poznan, na Polônia, em 1944 e mudou-se para Mautern em Viena, onde vive atualmente. Ele é casado com Hilda Swiczinsky com quem teve três filhos. Estudou Arquitetura na Universidade Técnica de Viena, e concluiu o curso na Associação de Arquitetura (Architectural Association of London) em Londres. Em 1973 trabalhou como professor na Associação de Arquitetura em Londres.
É também um membro permanente da Academia Européia das Ciências e das Artes, com sede em Salzburgo. Foi um dos fundadores da COOP HIMMELB(L)AU, onde se tornou diretor e em 2007, já com mais de 60 anos, aposentou-se como um parceiro da cooperativa.

Michael Holzer
(Co-fundador)

Foi um dos fundadores deixando a COOP HIMMELB(L)AU em 1971.


DIREÇÃO ATUAL

A direção atual conta com Wolf D. Prix como Principal Designer e CEO, Wolfdieter Dreibholz como CEO E CFO, Harald Krieger como CFO e Karolin Schmidbaur como Designer.

Da esq. para a dir. Wolfdieter Dreibholz, Harald Krieger e Karolin Schmidbaur – (fonte: Site) © Coop Himmeublau

sábado, julho 09, 2011

OS GRANDES ARQUITETOS #3 - Daniel Libeskind

Podemos resumir a arquitetura de Daniel Libeskind com uma frase, “Minha obra fala de vida a partir da catástrofe”. É isso que o menino que fugiu de uma Polônia Nazista, foi para Israel, estudou música, se tornou um cidadão americano e largou a música pela arquitetura, mostra em suas obras. A mais marcante delas é o Museu Judaico de Berlim (temos um post aqui no blog), chamado por Libeskind de “Between the Lines”, porque contem duas linhas de pensamento. Para ele esse era um projeto que não precisa de uma pesquisa sobre o programa, ele viveu a história dos judeus e sabia o que precisava ser mostrado.

Museu Judaico de Berlim – © simmons2
Aos 52 anos, Libeskind trabalhava quase que exclusivamente como professor, e com isso influenciou toda uma geração de arquitetos. Para ele os novos arquitetos devem pensar por si e não caírem na mesmice, a vida é muito complexa e muita rica para haver apenas uma resposta para tudo.

Libeskind com sua arquitetura desconstrutivista traz em sua linguagem ângulos imponentes, espaços labirínticos, planos inclinados, geometrias que se intersectam, plantas em ziguezague, tudo isso torna os seus projetos únicos.

Vitra – São Paulo – © Daniel Libeskind
Apesar de ser conhecido pelos grandes museus que projetou, ele fez também muitas obras residenciais desde casas a edifícios, porem nesses edifícios a quantidade de planos inclinados não é tão chocante, talvez pela limitação da função, como pode ser visto do próprio edifício residencial que projetou para a cidade de São Paulo (Vitra), os planos inclinados existem, mas são bem mais tímidos.

Hoje o que mais se houve falar sobre Libeskind, é seu projeto para o Plano Diretor do antigo terreno do World Trade Center, que esta em construção no momento. O local será transformado em um complexo, que terá um memorial com cachoeiras, um museu subterrâneo, um centro de visitantes, espaço comercial, um centro especial de trânsito e quatro torres de escritório em espiral até a altura da Torre da Liberdade.

Memory Foundations – © Daniel Libeskind